003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/porbase/3056690
010   ^a978-972-608-340-5
021   ^aPT^b452288/19
035   ^a(bn)2034905
101 1 ^apor^ccze
102   ^aPT
105   ^ay   z   000ay
106   ^ar
200 1 ^a<Uma >solidão demasiado ruidosa^fBohumil Hrabal^gtrad. Ludmila Dismanová
205   ^a1ª ed
210   ^aLisboa^cAntígona^d2019
215   ^a143, [1] p. ;^d21 cm
330   ^aUma Solidão Demasiado Ruidosa (1976) é a história do velho  Haňta, que, por ofício, prensa e destrói livros no subsolo de Praga, e que, por amor, salva dessa hecatombe os mais belos achados em pilhas de papel: textos de Kant, Hegel, Camus, Novalis e Lao-Tsé, todos eles condenados à destruição pelas autoridades. Até que, um dia, o progresso quer aniquilar com mais eficácia as páginas que Haňta insiste em resgatar da sua obsoleta prensa. Censurada e publicada em samizdat, Uma Solidão Demasiado Ruidosa tornou-se uma obra de culto sobre a indestrutibilidade da memória e da palavra e o seu poder redentor em tempos bárbaros. Bohumil Hrabal confessou ter vivido apenas para escrever este livro.
606   ^aLiteratura juvenil
675   ^a82-93^vBN^zpor
700  1^aHrabal,^bBohumil,^f1914-1997
702  1^aDismanová,^bLudmila^4730
801  0^aPT^bBMB^gRPC
859   ^uhttp://biblioteca.cm-benavente.pt/BiblioNET/Upload/Capas/026861-026862.jpg^zCapa
900   ^aBIBNAC^d20200103
920 n
921 a
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